quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Coral do Templo de Salomão na Fundação CASA.

                       Coral do Templo de Salomão na Fundação CASA.



Neste ultimo domingo o Grupo UNIVERSAL na Fundação CASA chega à Unidade João do Pulo na Vila Maria para realizar mais um grande Evento especialmente preparado para os adolescentes.O Pastor Fernando apresenta o Coral do Templo de Salomão ele é o tecladista do Coral .



Eles estiveram presentes ao Evento levando através de suas vozes o louvor e exaltação ao nosso Senhor Jesus Cristo. Foi possível ver o manifestar de DEUS naquele lugar, pois os adolescentes foram interagindo a cada canção.









O Pastor Geraldo Vilhena coordenador Estadual da Evangelização na Fundação CASA transmite uma palavra aos adolescentes lembrando que por detrás de cada um deles existe um espírito maligno agindo .Pois desde momento que nascemos esta guerra tem inicio é o bem querendo salvar nossas almas e o mal buscando nossa destruição com principal objetivo de levar nossa Alma para o sofrimento eterno.Então o Pastor ressalta que o mais importante é o trabalho de libertação que fazemos com os adolescentes dentro das unidades da Fundação CASA.Pois uma vez liberto estando arrependido e entregue sua vida para Jesus Cristo através do Batismo nas águas o mal perde força e não consegue ter influencia sobre a vida do adolescente,porem isto somente acontece se esta entrega for verdadeira e completa para DEUS continuar agindo a Fé ou seja sacrificar as coisas do Mundo e buscar somente a verdade que é a Palavra de DEUS. Na sequência o Pastor Geraldo convida aos adolescentes para participarem da oração forte de libertação os voluntários intercedem para completar o trabalho de libertação.





Voluntário Fabio fala para os jovens internos como entrou no mundo das drogas e sua saída da vida do crime.



As cantoras Carol e Beatriz que fazem parte do teatro UNIVERSAL na Fundação CASA cantam uma linda canção para glorificar o Senhor Jesus. 






Na seqüência o Teatro da UNIVERSAL na Fundação CASA apresenta uma peça (A morte) que conta a historia de um homem que só pensava em trabalho, mas quando se depara com a morte, muda completamente os seus conceitos.

Foi servidos deliciosos bolos e refrigerantes aos adolescentes e funcionários da Fundação CASA .




Para finalizar a festa uma competição de futebol Fundação CASA contra time da UNIVERSAL. 




Funcionários da Fundação CASA agradecem pela visita dos voluntários da UNIVERSAL.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Quando o amor vira crime

Quando o amor vira crime

Mulheres são maltratadas e até mortas no Paquistão quando não se unem ao homem que suas famílias escolheram



As tradições de um povo são algo que merece ser preservado. Porém, será que isso também se aplica quando abusos aos direitos humanos são praticados em nome desses antigos costumes? É um dos casos mostrados recentemente pela British Broadcasting Corporation (BBC) sobre mulheres doPaquistão punidas com rigor de lei pelo crime de... se apaixonarem.
Uma mulher que resolve namorar ou se casar com o homem de quem gosta, mas sem a aprovação da família, pode ser agredida pela família – ou morta, como já aconteceu inúmeras vezes. Casais são separados cruelmente, e muitas vezes as autoridades fazem vista grossa.
No Paquistão, país de tradição muçulmana, a mulher é vista como uma propriedade da família até o momento em que se casa. Os novos “donos” são o marido e seus familiares. Além disso, qualquer “desobediência” é vista como desonra pelo novo clã, o que pode ser punido até com morte. É o que muitos chamam de “crimes de honra”, infelizmente bastante comuns – só em 2014, mais de mil mulheres foram mortas nesse tipo de prática. Uma das vítimas, grávida, foi apedrejada até morrer. E quem apedrejou foi sua própria família, que havia escolhido outro pretendente e não aceitou que a jovem se casasse com o homem que amava. Fica pior: a execução aconteceu em meio a transeuntes, policiais e em frente a um tribunal. Como o caso ganhou repercussão internacional, as autoridades locais acharam por bem punir o pai, o irmão e o pretendente escolhido com a morte.
Porém, muitos outros casos parecidos ficam sem punição, pois os autores dos crimes são protegidos pelas antigas leis tribais machistas – muitos acreditam que a “honra” da família pode ser restituída se a mulher que causou a desonra for morta.
Poucos casais enfrentam as antigas tradições. Prisões para “adúlteras” são realidade. O grande problema é que, muitas vezes, a acusação de “adúltera” é feita a mulheres que fugiram de suas casas por causa de maus tratos ou ameaça à sua segurança por parte dos maridos e familiares dele – ou mesmo as expulsas por eles. Às vezes, são jogadas para fora de seus lares pela simples desconfiança por parte do cônjuge.
A diferença
No meio cristão, é difícil entender a prática paquistanesa por um simples motivo: embora asubmissão ao cônjuge como descrita na Bíblia seja recomendada e tenha bons frutos, as mulheres são vistas como seres humanos com livre arbítrio. É permitido – e defendido – que uma mulher se case com o homem que ama (e a respeita, claro), constituindo com ele uma família segundo os preceitos de Deus.
Nesse caso, a união é a livre manifestação da vontade de um casal se unir. É claro que muitos fatores devem ser analisados antes de se unir ao pretendente, sem deixar que a simples emoção daquele momento da vida influencie na decisão.
Todo casal é uma nova família que começa. E todos sabemos a diferença de uma que se inicia com Deus no comando, ao invés de velhas tradições que tratem um ser humano como gado. Esse é só mais um dos motivos que nos fazem pensar no valor que devemos dar à liberdade (com responsabilidade) proporcionada pela crença em Deus por meio do Senhor Jesus.







Evangelização e batismo na Fundação Casa SPVoluntários da IURD levam palavra de fé aos internos SÃO PAULO – O trabalho de evangelização realizado pela IURD nas unidades da Fundação Casa SP (antiga Febem) tem se intensificado nos últimos anos. Semanalmente, voluntários da IURD levam uma palavra de fé aos internos, procurando mostrar a importância de buscar a Deus. Muitos têm demonstrado arrependimento de seus erros, que como conseqüência lhes trouxe a privação da liberdade. Segundo o coordenador do trabalho no Estado de São Paulo, pastor Geraldo Vilhena, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor. Prova disso foi o que aconteceu recentemente na Unidade de Franco da Rocha, região da Grande São Paulo, quando um menor se batizou nas águas. Na oportunidade, os internos, além dos familiares, foram presenteados com um exemplar da Bíblia Sagrada. Para o diretor do complexo, Flávio de Giácomo, atitudes como essa apenas reiteram a importância do trabalho promovido pela IURD. "A presença da Igreja, não só hoje, mas no dia-a-dia, é essencial para estabelecer um futuro melhor a todos, especialmente colaborando com o nosso trabalho, que não é fácil. É um grande prazer tê-los aqui e saber que sempre podemos contar com os pastores e voluntários da IURD", destacou





quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

"Eu não achava que seria capaz de casar e ser feliz"

"Eu não achava que seria capaz de casar e ser feliz"

Há espaço para o papel de esposa entre mulheres que conquistaram a independência profissional e financeira?

As mulheres já dominaram o mercado de trabalho e disso ninguém mais tem dúvida. E elas não pararam por aí. O último censo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que elas não estão apenas à frente de empresas, mas também comandando lares. Nas famílias compostas por cônjuge e filhos, as mulheres são responsáveis pela casa em quase 40% dos casos. Já em famílias sem marido e com filhos, essa porcentagem sobe para 87,4%.

Muitas realmente não têm escolha, pois foram abandonadas pelo marido e, com filhos para criar, tiveram que assumir as rédeas do lar. E foi exatamente dessa forma que a empresária Isabel de Brito Chaves, de 43 anos, precisou criar, sem a ajuda de ninguém, seus dois filhos. “Vim do Mato Grosso para São Paulo sozinha, com os dois meninos ainda pequenos, atrás de uma vida melhor. Mas chegando aqui tudo foi dando errado”, conta ela, sobre o tempo em que ficou desempregada e não tinha como alimentar as crianças.
Quando tudo parecia ruim, as coisas pioraram. Isabel foi diagnosticada com um câncer na bexiga que já havia se espalhado para os ovários e o útero. “O médico disse que não adiantaria quimioterapia nem cirurgia nenhuma, já era terminal e eu deveria esperar pela morte”, lembra ela. Com a sentença de morte ouvida e sentindo com muita dor e tristeza, ela só pensava em como ficariam as duas crianças. “Procurei o Juizado de Menores, que disse que só poderia aceitá-los se eu assinasse um termo abrindo mão da guarda deles. Foi o pior momento da minha vida”, confessa ela, que assinou o documento aos prantos, na esperança de que ao menos o Estado desse um teto e comida aos seus filhos. “Olhei para trás e vi os dois pequenos, sem entender muito o que estava acontecendo, sentados em um banco dizendo que iam ficar lá esperando eu voltar”, relembra emocionada.






“É hora de assumir a minha casa”
Após deixar os filhos com o Juizado de Menores, Isabel não podia acreditar que o seu sonho de uma vida melhor em São Paulo havia se tornado um pesadelo. Foi quando uma senhora a abordou na rua e ofereceu um jornal, era um exemplar da Folha Universal. “Lembro bem de que logo na capa havia a história de uma mulher que tinha sido curada de um câncer. Imediatamente acreditei que ali estava a resposta para os meus problemas. Fui até a Universal, onde havia várias reuniões, uma voltada para os doentes, outra para os desempregados, outra para quem perdeu tudo. Eu simplesmente me encaixava em todas as situações”, afirma. Aos poucos, sua saúde foi sendo restaurada. “Deus agiu em etapas, primeiro restaurou minha saúde, porque sem saúde não conseguiria trabalhar. Depois, consegui trabalho na casa de um desembargador, que me ajudou a reaver meus filhos”, relata.
Com o passar do tempo, Isabel decidiu que não queria trabalhar na casa dos outros e decidiu que abriria a própria empresa. “Juntei meu dinheiro, comprei uma casa e abri uma agência de empregos que logo evoluiu para uma escola de cursos profissionalizantes, em uma região nobre de São Paulo. Eu tinha muitos funcionários abaixo de mim, uma empresa para administrar e filhos para criar e isso foi me tornando uma pessoa mais durona, afinal, tinha que ter pulso firme”, explica.
Com saúde, empresa e os filhos de volta, ainda faltava alguma coisa para a vida de Isabel ser completa. “Eu sempre achei que não conseguiria casar com ninguém, era mãe solteira, totalmente ocupada e já com uma certa idade, quem iria me querer? No fundo eu tinha aquele desejo de ser feliz ao lado de alguém”, confessa ela, que reparou que um homem não tirava os olhos dela quando ia à igreja. “Um dia liguei para ele com a desculpa de que precisava do telefone de outra pessoa, mas na realidade queria saber quais eram as intenções dele. Não deu outra, ele me ligou várias vezes no mesmo dia e no dia seguinte me pediu em namoro e confessou sua vontade de se casar comigo.” Esse homem era Gilberto Inácio Barbosa, de 43 anos.






Passados oito meses entre namoro, noivado e casamento, ela finalmente tinha tudo o que desejava: “Sempre sonhei em casar de branco em uma igreja, em conhecer alguém legal e realmente havia conseguido tudo”, mas depois de tanto tempo só e no comando da situação, Isabel já não conseguia mais compartilhar sua vida com um homem. “Eu era um general no começo do casamento, já estava muito acostumada a dar ordens a meus empregados. Sei que a mulher tem que ser doce, tranquila e meiga, mas quando precisamos ir à luta a personalidade acaba se enrijecendo”, explica.
Com o tempo, ela percebeu que sua atitude não era de esposa, mas de chefe. Até que um dia Gilberto a chamou para conversar. “Ele me disse que aquilo era um casamento e não uma empresa e que ele não era meu funcionário, mas meu marido. Aquilo me fez acordar”, conta ela, que começou a mudar dentro de casa. “Passei a ser mais sábia, esperava a hora certa de falar ou pedir que ele fizesse alguma coisa, passei a ser mais carinhosa e preocupada, aprendi a ser uma esposa.
Hoje estou muito feliz. Casaria com ele mil vezes mais”, finaliza.


UNIVERSAL comemora aniversário da unidade da Fundação CASA Fênix.

E dia de festa! Parabéns


Comprovadamente sete e o número da perfeição, pois foi neste período que Deus criou o mundo é tudo que nele há, e a Fundação Casa Fênix completou 07 anos na última segunda-feira 06/10 com a gestão da Sra. Rosana.  


O evento teve a abertura com uma mensagem de fé e esperança do Pr. Geraldo, que engajou um bate papo com a ex-sensitiva  Marta Alves falando sobre sua história de vida, que teve momentos difíceis por conta  da escolha de se entregar a espíritos malignos e fazer rituais para prejudicar outras pessoas.
Marta relatou que fazia tudo pois tinha a esperança de receber o poder que tanto prometiam, que teria uma vida próspera e feliz.   Mas nada disse aconteceu ao contrário somente sofrimento e dor.  Várias perguntas foram feitas pelos garotos pois muitos deles também já passaram por esta experiência. 
Porém Pr. Geraldo explicou sobre a importância de ter uma aliança com Deus par que tenham o livramento do mal e direção par fazer as melhores escolhas.

 Fez uma oração para libertação de todos os vícios e para que o Espírito Santo guardasse a cada um.


Em seguida a primeira tecladista e cantora da Igreja Universal do Reino de Deus  Cristina Miranda alegrou ainda mas a manhã com suas canções.

Enfim, saímos daquela unidade com a sensação de dever cumprido e que nosso carinho e afeto ficou na memória dos garotos e respectivos familiares.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Ex-interno da Fundação CASA procura a UNIVERSAL para se Batizar nas Águas.

Ex-interno da Fundação CASA procura a UNIVERSAL para se Batizar nas Águas.
 No projeto UNIVERSAL na Fundação CASA, os voluntários sempre após as reuniões semanais os jovens internos são orientados para tomar uma grande decisão que é o Batismo nas Águas.
 Alguns jovens quando são desinternados da Fundação CASA procuram uma UNIVERSAL próximo de sua casa e tomam esta atitude que aprenderam. 
 Neste caso um jovem procurou a UNIVERSAL do Brás, participou da reunião e após falou com o Pastor Rodrigo e o Obreiro Walter e pediu para se Batizar nas Águas.











A UNIVERSAL  liberta,cura e salva na Fundação CASA.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

“Se você pode ter o que quiser sonhar, por que sonhar pequeno?”

“Se você pode ter o que quiser sonhar, por que sonhar pequeno?”
Use o poder da sua mente em favor do seu sucesso. Saiba como
Por Núbia Onara / Foto: Thinkstoc



Tudo o que vemos, antes de ser criado foi pensado por alguém. Absolutamente tudo.


O Universo, a Terra em toda a sua grandeza, são resultados dos pensamentos de Deus. Um Deus tão grande como o nosso não poderia ter pensado pequeno. Assim também deve ser a mente daqueles que desejam ser bem-sucedidos em tudo o que fazem.


Tudo passa pela maneira que pensamos. Olha o que a Palavra de Deus diz:


“Como pensei, assim sucederá, e, como determinei, assim se efetuará.” Isaías 14.24


É você quem define como deve ser a sua vida.


O escritor Jadson Edington, autor do livro “50 tons para o sucesso”, destaca que todo aquele que deseja ser um líder de sucesso precisa ter uma mente aberta, desbloqueada, só assim conseguirá enxergar as lacunas do mercado e se posicionar da melhor maneira para crescer.


“Se você pode ter o que puder sonhar, por que sonhar pequeno? Já parou para analisar os seus pensamentos a respeito da sua vida? Por que se contentar com uma vida de dificuldades ou uma vida limitada?” Essas são perguntas que o autor orienta que cada um faça a si mesmo.


Faça diferente


Mas não adianta querer resultados diferentes se as mesmas ações são sempre realizadas. É preciso sair da zona de conforto e sacrificar. Edington explica que não é impossível mudar a maneira como pensamos, afinal, o nosso cérebro tem a incrível capacidade de adaptar-se também a mudanças. Porém, ele não é capaz de fazer isso sozinho. As mudanças só ocorrem quando a pessoa decide sair do modo automático.


“Somente a sua decisão e o seu esforço são capazes de acionar esse mecanismo maravilhoso. Porém, depois que se habituar a sair de sua zona de conforto, vai ficar mais fácil ampliar os seus horizontes e mudar a sua vida. Basta entender que é possível e que o controle disso foi entregue por Deus em suas mãos”, conclui o autor.


Quer aprender mais? Participe do Congresso do Sucesso, todas as segundas-feiras, às 7h, 10h, 15h, 18h30 e, especialmente, às 22h, no Templo de Salomão.


Você também pode participar das palestras em uma Universal mais próxima de sua casa – informe-se sobre os horários. Clique aqui para ver o endereço.


Para outras orientações para uma vida de sucesso, adquira também o livro “50 tons para o sucesso”, pelo Arca Center.





Os voluntários da UNIVERSAL, continuam abençoando todas as famílias dos internos da Fundação CASA.
















Que o Senhor Jesus abençoe a todos.