quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Existe um tempo certo para o namoro?

Existe um tempo certo para o namoro?

Essa fase do relacionamento é imprescindível para o casal se conhecer melhor e decidir sobre o futuro

Qual é o tempo certo do namoro? Seis meses? Um ano? Dois anos e meio? De acordo com o jornal britânico Daily Mail, a maioria das pesquisas sobre felicidade no matrimônio sugere que casais que namoram 1 ano e meio antes do noivado e esperam mais 1 ano até o casamento têm melhores chances de permanecer casados.
 
Mas será que o sucesso do casamento está condicionado apenas a quanto tempo durou o namoro e o noivado?
Não. Não é a quantidade de dias, meses ou anos, mas a qualidade da convivência entre um casal que dirá o tempo certo do namoro. Um tempo determinado de amadurecimento, fortalecimento e formação de objetivos em comum.
Tempo para decidir
Segundo a escritora e apresentadora Cristiane Cardoso, o namoro é a fase da conquista, quando o casal se conhece bem e decide se vale a pena partir para a segunda fase, que é o noivado. E depois, para o casamento. Mesmo que os dois se conheçam há anos, isso não é suficiente para assumir um compromisso pelo restante da vida. É por isso que o namoro é muito importante, para que, independentemente do tempo decorrido, possam se conhecer melhor e decidir se estão prontos ou não para passar a vida juntos.
Parar ou seguir em frente?
O namoro é o período que permite que as duas pessoas descubram as afinidades e aprendam a compartilhar alegrias e dificuldades. As diferenças entre um casal são aceitáveis desde que ambos saibam como lidar com elas e respeitá-las, dando espaço para priorizar aquilo que têm em comum. A intenção é conhecer melhor a outra pessoa, sem pular etapas.
Para o também escritor e apresentador Renato Cardoso, marido de Cristiane, nós somos responsáveis por nossas escolhas. Deus nos dá inteligência para identificar quem é adequado e quem não é para um relacionamento amoroso. A chave para um relacionamento feliz não é achar a pessoa certa, mas fazer as coisas certas. Se ao conhecer tudo sobre a pessoa você perceber que ela não é adequada para viver a vida toda ao seu lado, pare e não vá adiante com o relacionamento. Agora, se você encontra na outra pessoa as qualidades fundamentais de que precisa, então siga em frente.
Não tenha pressa para decidir. Paciência é uma virtude que quando corrompida pode atrapalhar as melhores escolhas da vida. Tenha atitude, mas com inteligência. O casal precisa estar disposto a realizar e conquistar junto. Ambos precisam caminhar na mesma direção e com os mesmos objetivos.
UNIVERSAL a UNIVERSIDADE da Fé tem um projeto com a Folha UNIVERSAL na Fundação CASA.

Esta dinâmica é feita nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo, com a orientação dos técnicos da Fundação Casa e Obreiros da UNIVERSAL.
Pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo)






















UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA:Qual a importância da Folha Universal nesta dinâmica?
Pastor Geraldo Vilhena responde: A Folha Universal é rica em diversas informações que edifica os jovens internos e famílias na parte espiritual e social.

UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA: Por que edifica na área espiritual?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Por que os jovens tem informações de varias mensagens dos Bispos e pastores e também aos testemunhos de transformação de vida.

UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA: Com esta dinâmica senhor tem observado mudanças ?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Sim                                                                depois da implantação deste projeto os jovens internos tiveram mais interesse pela leitura.  Tendo como conseqüência um grande crescimento espiritual e educacional  na vida dos jovens na Fundação Casa.


É usado como fonte a FOLHA UNIVERSAL.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Chá Beneficente em favor de crianças do Projeto Canaã

 Chá Beneficente em favor de crianças do Projeto Canaã

Voluntárias da AMC e famosos se reúnem em São Paulo para ajudar a instituição

















Você já ouviu falar da Associação de Mulheres Cristãs? A AMC, como é conhecida, é composta por mulheres de diferentes crenças e segmentos, que têm como objetivo ajudar o próximo e às instituições que prestam serviço à sociedade, a exemplo da Casa Betinho, que atualmente acolhe mais de 80 crianças e adolescentes com deficiência intelectual, a Casa de Acolhimento Lar do Menor e também o Asilo Raiar do Sol, que atende homens e mulheres com idade superior a 65 anos, ambas localizadas em São Paulo.
Desta vez, a instituição beneficiada foi a fazenda Nova Canaã, que fica localizada na cidade de Irecê, na Bahia. O projeto atende cerca de 550 crianças e jovens de 4 a 16 anos que passam o dia em constante aprendizado, recebendo alimentação e cuidados médicos. O “Chá Beneficente” realizado pela AMC, no último dia 28, em São Paulo, contou com a presença dos apresentadores do programa “Hoje em Dia”, da Rede Record, Ana Hickmann e César Filho, que prestigiaram o encontro como mestres de cerimônia. Carla Ceccato e Roberta Piza, ambas jornalistas e apresentadoras do Fala Brasil, também da Rede Record, marcaram presença no chá, que ainda contou com presença do cantor Ronnie Von.
Durante o evento, diversas atrações levaram os presentes à reflexão, como a apresentação artística de dois atores com Síndrome de Down, que são alunos da Associação Brasileira de Assistência e Desenvolvimento Social (ABADS). Eles, na ocasião, fizeram questão de homenagear Patricia Costa, atual presidente da Associação de Mulheres Cristãs, com um buquê de rosas, demonstrando todo carinho e respeito pelo trabalho social da instituição.
Cerca de 300 pessoas colaboraram com a ação, e todo o valor arrecadado será revertido em prol das crianças do Projeto Nova Canaã.
Saiba como participar
Você deseja fazer parte desse grupo? Entre em contato pelos telefones (11) 5644-5284 ou (11) 5641-3219, ou mande uma mensagem para amc.mulherescristas@yahoo.com.br. As pessoas interessadas serão convocadas para participar de uma série de palestras sobre voluntariado e sobre as instituições assistidas pela AMC. Para saber mais, acesse o blog amcmulherescristas.blogspot.com.br.



Projeto T-Amar na Fundação CASA.

Risco de parto prematuro é maior entre adolescentes

Saiba como o projeto T-Amar atua para ajudar a reduzir o problema

No Brasil, cerca de 340 mil bebês nasceram antes de completar nove meses de gestação em 2012, segundo dados do Ministério da Saúde. Isso significa uma taxa de partos prematuros de 12,4%, dobro do índice de alguns países europeus. A prematuridade representa risco de morte e problemas de saúde para as crianças.
Mas, afinal, quais são as causas para o nascimento de tantos prematuros? Uma pesquisa inédita coordenada pelo obstetra Renato Passini, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mostrou que o risco de um parto prematuro foi maior entre mães com menos de 19 anos e sem um parceiro, que fumam e com algumas infecções durante a gestação. Entre os motivos para a prematuridade estão gravidez de gêmeos ou mais bebês, encurtamento do colo do útero, má formação fetal, sangramento vaginal e a realização de menos de seis consultas durante o pré-natal.
A ginecologista e obstetra Sandra Abramvezt, de São Paulo, afirma que a falta de preparo das mães mais jovens ajuda a explicar a ocorrência de parto prematuro. “Há adolescentes que já chegam ao ambulatório com quatro ou cinco meses de gravidez, sem nenhum acompanhamento médico. Algumas usam bebidas alcoólicas e cigarro, o que acaba trazendo também problemas de crescimento ao bebê. O ideal é que a mulher se prepare para a vida antes de gerar uma vida. Não recomendamos a gravidez antes dos 19 anos porque o corpo não está totalmente preparado”, avalia.
A médica conta que o acompanhamento de adolescentes grávidas inclui muita orientação. “A gente tenta focar o atendimento para que outra gravidez não ocorra novamente nessa fase. A jovem precisa voltar a estudar, amadurecer e se preparar para caminhar sozinha”, opina. Dentre as recomendações para evitar partos prematuros estão evitar infecções urinárias, fazer tratamento contra doenças sexualmente transmissíveis e realizar o pré-natal completo, com pelo menos oito consultas.
Apoio às jovens mães

Além do risco de ter um parto antes da hora, a imaturidade e a indiferença da família também fazem parte da rotina das mães mais jovens. A opinião é de Danielle Carotti, coordenadora nacional do Projeto T-Amar, iniciativa da Universal que ajuda mães solteiras e mães adolescentes.
“Muitas jovens escondem a gravidez por muito tempo e não fazem pré-natal. Outras se sentem abandonadas pelo pai da criança, que às vezes não assume o filho. A jovem fica perdida e acha que a vida acabou”, avalia Danielle.
Essas foram as sensações experimentadas por Daniele dos Santos Alves, de João Pessoa (PB), ao descobrir que estava grávida. Na época, faltava pouco tempo para ela completar 16 anos de idade e a gravidez não estava nos seus planos. “Eu não sabia o que fazer da minha vida, nunca tive orientação da minha mãe. Sempre morei com o meu pai. Eu buscava conforto nas drogas, costumava usar maconha, cocaína e cigarro com o pai do meu filho”, relembra.
A falta de recursos financeiros também assombrava Daniele. “Eu não trabalhava, não tinha como me sustentar e me sentia discriminada pelas pessoas por ser jovem e estar grávida”, diz.
Os rumos da história dela só começaram a mudar no quarto mês de gestação, após um convite para participar do projeto T-Amar. “Um dia fui convidada a participar do T-Amar e tive curiosidade de ir. Lá, recebi o carinho e a atenção como se fosse da mãe que eu nunca tive. As voluntárias me explicaram a importância de fazer o pré-natal direitinho. Também participei de palestras com a assistente social, tomei ciência do risco das drogas e aprendi sobre métodos contraceptivos”, explica.
Com o apoio do projeto, Daniele conta que conseguiu abandonar de vez os vícios e passou a ter mais cuidado com a saúde dela e do bebê. O resultado foi uma gravidez saudável. “Se eu não tivesse passado pelo T-Amar sabe-se lá se meu filho estaria vivo. Aprendi a me valorizar e a valorizar meu filho. Agora, quero voltar a estudar e conseguir um emprego”, destaca a jovem, que hoje tem 17 anos.
“Com o projeto T-Amar temos levado apoio, conscientização e acima de tudo a fé que transforma! Se antes a jovem mãe era insegura, carente e perdida, hoje ela se descobre uma jovem decidida, forte e que sabe o que quer. O filho inesperado já veio, agora não adianta se lamentar, culpar ou desprezar a criança; é hora de assumir suas responsabilidades, levantar a cabeça, seguir em frente e não cair mais no mesmo erro”, conclui a coordenadora nacional do projeto, Danielle Carotti.





Em uma tarde de domingo o grupo T-Amar do Godllywood fizeram uma vista para as internas da Fundação CASA.
Foram feitas palestras em três unidades e um atendimento na Casa das Mães.

Filhos das internas da Fundação Casa.


Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha. ” Até março de 2006, as meninas que entravam grávidas na Fundação Casa eram levadas a um abrigo assim que os bebês nasciam e lá ficavam com os filhos por 4 meses. Após esse período, as mães voltavam para a internação e os filhos iam para a família da menina ou para um orfanato. Grande parte das meninas fugia e nem voltava para a Febem. A Casa das Mães, com 12 vagas, não supre a demanda de todo o Estado, mas é a única em São Paulo e possibilitou que os bebês fiquem com as mães até o final da medida sócio-educativa. “Aqui é feito o pré-natal, há acompanhamento psicológico. Os bebês são tratados no posto de saúde da região, tomam as vacinas e não lhes faltam alimentos, roupas e estrutura”, conta Maria Isabel Melo, diretora do Internato Feminino, que fica no bairro da Mooca, zona leste da capital paulista. As roupas e brinquedos chegam através de doações e, por vezes, são trazidos por familiares das meninas. Ali, os bebês ficam 24 horas ao lado das mães. O quarto grande é coletivo, com berços ao lado das camas. As meninas lavam a própria roupa e a dos filhos, ajudam na comida, na limpeza e têm oficinas de panificação, manicure e, a mais procurada, de bordado. Maria Isabel explica que as adolescentes que chegam grávidas têm geralmente o mesmo histórico: “O tráfico é o motivo mais comum. Geralmente, é por amor. Elas se envolvem na vida dos companheiros e quando elas vêm para cá, eles são presos. A maioria já tem filhos de outros relacionamentos”, diz. Essa é a história de J., 17 anos. Há poucos dias na unidade, está grávida de 38 semanas e conta que deixou uma filha de 3 anos com a mãe. Esse é seu maior sofrimento. “Minha mãe cuida bem, mas disse que não vem me visitar nem trazer minha filha, porque preciso pagar pelo que fiz. Entrei para o tráfico porque era o caminho mais rápido para comprar as coisas que eu queria. Mas nem de perto é o caminho mais fácil”, diz, amadurecida pela realidade. E para o futuro? J. faz uma pausa de silêncio enquanto mexe na longa trança de cabelos negros: “Quero conhecer pessoas que me ajudem não com dinheiro, mas com um ombro. Quero cuidar da minha família, dos meus filhos”. E o pai? “O pai da minha filha é do crime. E o pai do meu filho está preso”. Para o psicólogo Rubens Maciel, as meninas que vão para a Fundação Casa têm a família desestruturada ou vivem em situação de miséria. “Elas saem de casa porque o convívio com os pais e irmãos é degradante, violento. E, não encontrando segurança em casa, vão procurar esse carinho em um namorado que também vem de uma situação semelhante”, explica. Por esse quadro caótico, Maciel acredita que a situação dos bebês que nascem atrás das grades é relativa. “Se você comparar com a rua, eles estão em uma situação melhor, porque nada falta, estão num ambiente seguro. Mas, se comparada à situação de uma família estruturada, eles estão em uma condição pior, porque estão privados de liberdade por um delito cometido pela mãe”. É o caso da bebê de G. (de 18 anos), interna há 1 ano e 4 meses. “Ela está engatinhando e quer ir para fora, vai até o portão e quer sair”, conta. O caso dela é o mais grave entre as oito meninas que ocupam a Casa das Mães. Após alguma resistência, conta que cometeu latrocínio, roubo seguido de morte. Ela também estava com o marido no momento do crime e ainda tem 3 ou 4 meses como interna para cumprir. Quando sair, pretende ir morar com a sogra no interior e aceitar qualquer trabalho. “Não posso ficar escolhendo, né?”, diz a adolescente. Sobre sonhos e o futuro, elas não falam. Dão respostas vagas. O fato é que as meninas estão entrando para o crime cada vez mais cedo. Em 2000, a idade média das internas era de 18 anos. Hoje, as meninas “rodam” com pouco mais de 15. E descobrem, nas palavras de J., que esse caminho é “rápido, mas nunca fácil”. Berçários e creches nas prisões O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no fim do mês passado, uma lei que garante condições mínimas de assistência a mães presas e recém-nascidos. O texto determina que as penitenciárias femininas tenham berçários onde as mães possam cuidar e amamentar os filhos até, no mínimo, 6 meses depois do nascimento. A lei assegura ainda que haja acompanhamento médico pré-natal e pós-parto. Até então, as detentas ficavam com os bebês até os 4 meses de vida e depois davam para a família ou para abrigos, dependendo da situação.“Toda mulher tem direito de ser mãe e toda criança tem direito à convivência com essa mãe, ao carinho e ao afeto. Isso faz diferença na vida dos dois.”

Foi realizado um café da tarde para todas as internas.


Centenas de livros a Última Pedra foram doados


E outras tipos de doações


Finalizando com orações feita pelo grupo T-Amar.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Voluntários da UNIVERSAL em ação 1





O que lhe faz morrer todos os dias?


Aprenda a vencer a raiz da amargura e da frustração
Por Taís Gomes / 




Quem nunca se sentiu frustrado quando algo saiu fora do planejado? Talvez um sonho que tenha sido perdido, uma última esperança que lhe roubaram, um desejo que não foi alcançado e que parece cada vez mais distante. Dependendo da forma como reagimos, quando estamos em alguma dessas situações, permitimos que a tristeza nos consuma a ponto de nos matar um pouquinho a cada dia. Quando menos percebemos, enterramos os nossos sonhos, as nossas esperanças e até as nossas forças. E quando essa morte acontece, nos tornamos pessoas desacreditadas, vencidas e frustradas.


Para muitos, a dor da frustração é tão insuportável que desistir da vida é o único pensamento. O jovem Liam Liddle, de 21 anos, não conseguiu seguir em frente após o choque de encontrar o corpo da irmã, de 23 anos, que foi esfaqueada 40 vezes pelo parceiro na casa onde morava, na Inglaterra. “Liam permaneceu forte durante meses, mas ele simplesmente não conseguia lidar mais. Para nós, o dia em que encontramos Melissa (a irmã) foi o dia em que Liam morreu também. Desde aquele momento, tivemos de vê-lo morrer lentamente, e não havia nada que pudéssemos fazer. Seu coração tinha sido partido”, disse o padrasto dele, David Keighley, ao jornal britânicoDaily Mail.


Foram 9 meses tentando apagar da memória a cena mais marcante da vida dele. Porém, Liam se rendeu à tristeza e se suicidou. "Ele era um homem jovem, com tudo para viver, mas o que aconteceu com a irmã e ter que conviver com o que viu o matou”, lamenta o padrasto.


Raiz de amargura


De acordo com o dicionário, a palavra amargura significa aflição, angústia, desgosto, entre outros sentimentos. Amargura é aquela frustração e tristeza que ficam guardadas, tornando-se um ressentimento que adoece a alma. Com o tempo, esse sentimento cria raízes e faz não só com que a pessoa se torne amarga, mas que altere o seu comportamento e temperamento.


Quando a amargura ganha espaço, a sensação de que a pessoa está a cada dia morrendo por dentro é ainda maior.


A Palavra de Deus alerta sobre as consequências desse sentimento: “... nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados.”Hebreus 14.15


Cura da alma


Só existe um que pode curar a alma: Deus. E para que Ele faça isso é preciso, antes de qualquer coisa, que você determine dentro de si mesmo que, seja qual for o trauma, a dor, a frustração, nada disso poderá definir o seu futuro. Se você está morrendo interiormente, irá se reerguer de uma vez por todas.


Deus pode apagar as marcas do passado e cicatrizar todas as feridas. Ele pode resgatar os seus sonhos, as suas esperanças e, principalmente, as suas forças. Basta apenas que você creia e esteja disposto a abandonar esses sentimentos agora mesmo.


O Senhor Jesus disse: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei (...) e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” Mateus 11.18,29,30


Voluntários da UNIVERSAL ajudam famílias dos internos da Fundação CASA


São centenas de famílias dos internos da Fundação Casa de Raposo Tavares, em mais um domingo de visita. Algumas delas vem do interior do estado, trazem dentro delas tristezas, desespero, dor de humilhação.

Na recepção da Fundação Casa elas apresentam os seus documentos e aguardam a sua chamada para entrada, neste tempo as horas se passam e a fome começa pois muitas delas nem café elas tem como primeira refeição.

Tendo o conhecimento: a UNIVERSAL resolveu fazer uma surpresa.(veja)













Um almoço todo especial para todas as famílias. feito com carinho pelos voluntários da UNIVERSAL que fazem a obra de Deus na Fundação Casa.














No momento das refeições, os voluntários da UNIVERSAL ficaram sentados na mesa com cada integrante da família e ouviram delas os problemas que elas traziam consigo. Uma mães falou que ela estava muito preocupada, pois o seu filho queria se matar.

Após ouvi-las os voluntários falaram que é muito importante usar a fé, para resolver esta situação pois tratava-se de um problema espiritual.

Esteve presente o palestrante Robson de Freitas, ex-usuário de drogas liberto pelo trabalho da UNIVERSAL, ele conta como conseguiu se libertar.




Marta Alves ex-sensitiva orienta também as famílias.




















Houve distribuição de cesta básica oferecido pela Associação de Mulheres Cristã (A M C)












No final dezenas de livros MULHER "V" foram doados para as famílias.



Foi muito importante a ação dos voluntários da UNIVERSAL diz os voluntários da Fundação CASA.