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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Como voltar a confiar depois da decepção

Como voltar a confiar depois da decepção

Entenda como identificar quando é importante ter cautela

Medo de ser enganada pelos outros e dúvidas sobre o real caráter das pessoas: esses eram os pensamentos que rondavam a cabeça da empresária paulista Maria Patrícia da Silva, de 25 anos (à esq. na foto abaixo). A falta de confiança em quem estava perto acompanhava o dia a dia da jovem. Quando alguém tentava se aproximar em busca de amizade, ela logo imaginava o pior e se afastava. Já na vida amorosa, Maria Patrícia não conseguia acreditar em nada que os rapazes diziam. Com o passar do tempo, ela ficou cada vez mais calada e sozinha.
A desconfiança exagerada da empresária teve início após uma atitude desleal de uma amiga e a traição cometida pelo rapaz com quem ela se relacionava. “Eu não conseguia me aproximar das pessoas porque temia que elas também me decepcionassem. Passei a ser uma pessoa solitária, angustiada, desanimada e insegura. Não aceitava convites para sair e os amigos se afastaram”, comenta, relembrando situações vividas há mais de 5 anos.
O psicólogo Alexandre Bez explica que a quebra de confiança é apenas um dos motivos que podem levar uma pessoa a não acreditar mais nas outras. “Se você acha que uma pessoa é desonesta, por exemplo, pode ser que ela tenha dado sinais disso. A desconfiança pode partir de um dado comprovado ou de uma percepção errada, aí entra a alucinação. A pessoa passa a imaginar coisas que não existem”, argumenta Bez, que é especialista em relacionamentos pela Universidade de Miami. O desconfiado é aquela pessoa que acha que é perseguida pelos outros e que gosta de tirar satisfação sempre que o próprio nome é citado por alguém.

 “Por causa da desconfiança, muitas pessoas deixam de fazer grandes amizades"
Pessoas que foram enganadas muitas vezes ou que sofreram uma traição amorosa costumam demonstrar excesso de cautela. “A pessoa muito desconfiada também pode ter um caráter antissocial, falta de autoestima ou uma carência muito grande”, completa o psicólogo, acrescentando que o excesso de desconfiança provoca problemas de relacionamento e dificuldades no trabalho.
Ele lembra que a confiança permite que profissionais desenvolvam projetos em equipe e alcancem melhores resultados. “Por causa da desconfiança, muitas pessoas deixam de fazer grandes amizades, perdem a chance de se integrar à sociedade e se afastam do próprio mundo em que vivem”, alerta Bez.
A auxiliar de contabilidade Cristiane Nunes, de 28 anos (foto abaixo), conta que desperdiçou muitas oportunidades por causa da postura distante. Para ela, todas as pessoas eram iguais: perigosas e dissimuladas. Ela começou a desconfiar de colegas e amigos há 4 anos, após sofrer uma traição de uma amiga de infância. “Fiquei muito chateada com o que aconteceu e não conseguia mais acreditar nas pessoas”, relembra. A frieza acabou afastando Cristiane das amigas, que estranhavam o comportamento pouco interessado. “Eu ficava calada, evitava dizer o que estava pensando ou sentindo.”
Identificando os sinais
O excesso de desconfiança também pode ter origem na dificuldade de compreender a si mesmo e as situações que estão à própria volta. “Desconfiança é a falta de habilidade para fazer uma boa leitura dos cenários”, afirma a psicóloga e sócia-diretora do Instituto de Thalentos, Márcia Dolores Resende. Ela acredita que o primeiro passo para ter mais confiança é desenvolver o autoconhecimento, com a avaliação dos próprios valores e objetivos de vida.
“O segundo passo é ter um interesse genuíno em conhecer o outro, entender os objetivos do outro e observar em que ponto eles são compatíveis com os seus. Depois, você vai adequar a relação. Toda relação tem possibilidades e limites e é saudável que exista isso. Se você já sabe que uma pessoa é fofoqueira, por exemplo, é só filtrar o que vai dizer a ela”, ensina.
Ou seja, aquela amiga com quem você gosta de conversar sobre livros e cinema pode não ser a pessoa ideal para compartilhar um segredo. E o colega de trabalho que almoça com você todos os dias talvez não esteja preparado para dar conselhos sobre vida amorosa. Apesar disso, você não precisa julgar suas relações. Lembre-se: cada conexão que estabelecemos com outras pessoas é única e pode ter suas próprias regras.
É possível superar?
Quem já sofreu uma desilusão ou foi enganado consegue se livrar do excesso de desconfiança? A psicóloga Márcia Dolores Resende responde que sim. Mas, para isso, a pessoa traída deve agir com a razão e não revidar a traição sofrida da mesma forma. “Se eu percebo que a pessoa não é como imaginei, eu vou falar mal dela? Não. A traição é uma oportunidade para desenvolver o autoconhecimento. Eu preciso avaliar o que vou fazer de diferente para ter bons relacionamentos”, orienta.
A mudança de comportamento foi o método adotado por Maria Patrícia da Silva, citada no início da reportagem, para controlar a desconfiança. “Depois que tive um encontro com Deus, superei o medo de me relacionar. Tive de reconquistar a confiança das pessoas, porque elas também tinham deixado de acreditar em mim. Se havia algum evento de colegas, eu ia, puxava assunto, aí as pessoas passaram a me conhecer melhor. O mais difícil foi lidar com o receio de ser rejeitada”, confessa.
Maria Patrícia fez novas amizades, entre elas com Anny Caroline de Melo, de 20 anos (na foto com Maria Patrícia), com quem costuma se reunir para sessões de cinema em casa. “Ela é minha melhor amiga há 3 anos. Gostamos de passar horas conversando e assistindo a filmes.” Ela também evoluiu na vida amorosa e é noiva de Robson Alves de Jesus. “Quando ele me pediu em namoro, decidi colocar nas mãos de Deus. Vivo esse relacionamento sem medo”, relata.
Já a situação de Cristiane Nunes com a desconfiança mudou há 2 anos, quando ela passou a frequentar as reuniões do Godllywood, grupo da Universal que reúne mulheres para trocar experiências e aprendizados. “Na primeira reunião, eu aprendi que nem todo mundo é igual. Também percebi que precisava me curar da mágoa.”
Aos poucos, Cristiane se reaproximou das pessoas. “Comecei a mostrar carinho, sinceridade e a falar coisas que eu não falava. Comecei a me abrir, a dar minha opinião. Eu recebia e devolvia confiança”, conta. Hoje, ela é conhecida como uma amiga dedicada. “Passei a olhar as pessoas com bons olhos e a ter amor por elas. E aprendi a ser sincera”, completa.
Entenda no quadro abaixo o que é a desconfiança e não deixe que ela atrapalhe o seu cotidiano:
Casamento recuperado
Existem situações que podem abalar a confiança de um casal e até levar à separação. Traições, mentiras, fatos mal explicados, segredos e falta de comunicação são apenas algumas delas. Em muitos casos, uma das partes errou no passado e já pediu perdão, mas o casal não consegue recuperar a confiança perdida.
Afinal, é possível evitar que a desconfiança destrua o relacionamento? O apresentador e escritor Renato Cardoso garante que sim. Ele explica que a confiança depende de dois ingredientes: transparência e desempenho. O primeiro significa o fluxo livre de informações entre o casal, ou seja, nada deve ficar escondido. Já o desempenho “refere-se à habilidade de demonstrar um bom comportamento”, escreve o autor em seu blog renatocardoso.com. “Você não apenas promete mudar, você muda e mostra que mudou”, completa ele, que comanda o programa de TV "The Love School – A Escola do Amor" ao lado da esposa, Cristiane Cardoso. A atração vai ao ar aos sábados, na Rede Record, ao meio-dia.




Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos é levado pela UNIVERSAL,  na Fundação CASA.
Fundação casa de Leopoldina recebe visita da UNIVERSAL ,neste último domingo onde fizeram a festa em mais um evento, com várias atividades para os adolescentes, e famílias presentes. Cada voluntário fez sua parte para que todos sentissem em casa. Enquanto era aguardado o evento a animação ficou por conta da cantora Kaline dos Santos, que cantou e encantou a todos com suas belas canções.






Para dar início ao evento esteve presente,o

Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração para cada adolescente e na oração pediu a Deus que cada um tivesse forças para recomeçar suas vidas, e principalmente na presença de Deus .deu uma palavra de vida e a importância do novo nascimento, de abandonar as velhas amizades, porque a maioria dos amigos jamais apareceu para visita-los. por que sem um encontro com Deus tudo e mais difícil.





Na sequência foi apresentada uma linda peça teatral, que conta a história de um leilão de uma alma. sobre as drogas, prostituição, vicíos, idolatria, ganância bebidas, enfim no fundo do poço vem Jesus e da um lance maior sobre sua alma, resgatando e tirando todas as algemas. a mensagem passada através da peça, que cada adolescente reflita sobre o valor da sua alma , que ela não tem preço,















































Em seguida os adolescente puderam compartilhar, suas dúvidas através de perguntas e resposta, com o testemunho de vida, Robson de Freitas, 41 anos, ex- viciado em drogas, como crack ,cola maconha, lança perfume, cocaína, entre outras drogas, tudo começou por pura curiosidade do tempo em que estudava começou com 16 anos no colégio, fez de tudo para usar as drogas, vendia seus sapatos, objetos pessoais, mais nada o saciava ,




Amauri ex-traficante também ajuda os jovens e famílias a tirar as dúvidas.




Uma jovem que é integrante do Projeto Dose mais Forte ajuda também as famílias e os internos,







uma das primeiras perguntas quem fez, foi um adolescente que ainda um pouco tímido tirou forças e perguntou: O que levou você Robson para o mundo das drogas? Robson responde: A pura curiosidade no tempo em que estudava achava bonito a gíria da época .

Ana pergunta: Você Robson já viu alguém morrer? Robson responde: Que o traficante cheirou o pino e viu que estava faltando pois teve reclamações dos usuários, na hora o traficante pegou e passou um canivete no pescoço do rapaz, que caiu no chão agonizando feito um porco.





Robson chora em um momento que um senhor que o conhecia a muitos anos fez lembrar o seu passado.





após um longo debate sobre as drogas, ele pediu a ajuda de oito adolescente, para puxar uma de suas pernas para surpresa deles saíu uma prótese, em virtude do acidente que teve de moto após cheirar vários papelotes de cocaína.














Robson e Amauri juntos fazem uma oração para libertar os jovens das drogas.












Dando finalidade ao evento foi servido muito bolo e refrigerante.

















Foi doado para todos os internos e famílias centenas de livros do Bispo Macedo.










Em cada evento que é realizado os funcionários, diretores, agradecem a visita da UNIVERSAL e comentam que após o trabalho que vem sendo realizado há uma diferença no comportamento de cada interno, e a cada tema abordado, através das peças teatrais, cantores, assim proporcionamos momentos alegres, não somente para eles, mais também para as famílias e funcionários.

sábado, 21 de novembro de 2015

O que fazer com as minhas inseguranças?

 O que fazer com as minhas inseguranças?

Uma vez que você começa a sua jornada, você muda



Infelizmente, nem todo mundo reconhece que tem insegurança. As pessoas geralmente culpam os outros pelos seus problemas, e é por isso que sempre têm uma abundância deles. O primeiro passo para vencer as suas inseguranças é reconhecer que as tem.
Uma vez que isso é feito, você tem que lidar com elas da maneira que Deus nos ensinou. Lembra-se daquele famoso versículo na Bíblia que fala sobre a fé?
"Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos." Hebreus 11.1
Esse é um dos meus versículos favoritos da Bíblia. Ele basicamente diz que temos que crer independemente do que vemos, pensamos, sentimos ou ouvimos. As suas inseguranças vieram por intermédio de um ou mais desses canais. Talvez um dia alguém lhe disse algo e até hoje você se baseia naquelas palavras. Ou você viu e sentiu coisas no passado que a levaram a várias conclusões a respeito de si mesma. Seja lá qual for a maneira pela qual as suas inseguranças vieram, elas são anuladas quando você usa a sua fé.
Claro que é muito mais fácil falar do que fazer, mas não quer dizer que não possa ser feito. Quando você crê, você se lança - simples assim.
Digamos, por exemplo, que você tem um problema sério com a sua aparência e você se veste bem simples por causa disso e convence a si mesma e as pessoas ao seu redor de que é porque você não gosta de se preocupar com a maneira como se veste, de que você não é assim. No fundo no fundo, você acha que não consegue, que vai estar tentando cobrir o que nunca poderá ficar melhor do que já é. Como você usa a sua fé para desconsiderar essa ideia?
Você se veste bem mesmo assim. Os pensamentos maus certamente virão e tentarão fazer com que você se sinta uma palhaça, mas tudo o que você precisa fazer é crer.
Quando você usa a sua fé, você usa uma ferramenta que vai além de qualquer tratamento psicológico. Você não precisa pagar, mas tem que obedecer e confiar, o que às vezes pode ser doloroso, mas se você fizer isso com bastante frequência, a dor será rapidamente substituída por uma inexplicável alegria.
Uma vez que você começa a sua jornada para vencer as suas inseguranças, você muda. Você muda a maneira como vê as pessoas, como vê o mundo. Você se torna independente e forte, pronta para qualquer desafio. Quanto mais conquistas pessoais você faz, mais confiante você se torna, até que um dia você olha para trás e nem consegue reconhecer a pessoa que você era.




Próximo do Templo de Salomão, o Bispo Jadson abençoa as famílias dos internos da Fundação CASA.


São mães com filhos internados na Fundação Casa, viciados em drogas e tráfico, muitas delas estão com os seus maridos no presídio. problemas financeiros, doenças. Em fim são pessoas sofridas e humilhadas pela sociedade este é o perfil destas mães que os voluntários da UNIVERSAL cuidam todas as semana.

Neste primeiro domingo do mês de fevereiro/15 os voluntários da UNIVERSAL se reuniram próximo do Templo de Salomão,  fizeram uma surpresa para estas mães, um almoço especial. 

A primeira tecladista da UNIVERSAL Cristina Miranda, começo o evento com lindas música.


Centenas de livros NADA A PERDER TRÊS do Bispo Edir Macedo foram distribuídos para as famílias dos internos. 







O Livro A ÚLTIMA PEDRA também foram oferecidos para as famílias.




Na oportunidade os voluntários da UNIVERSAL mostraram para as famílias,  os trabalhos feito pelos internos da Fundação CASA usando como o importante material a FOLHA UNIVERSAL.






Um ex-traficante Amauri  liberto dos vícios nas reuniões da UNIVERSAL, conta como foi a sua entrada para o crime e a sua saída.

Também um ex-internos Iarael Fossaluzza da Fundação CASA conta a sua história para todos.

Um ex-criminoso liberto na UNIVERSAL também fala da sua vida passada.

O Bispo Jadson realiza orações para todas as famílias presente dos internos da Fundação CASA.




Apresentação de uma peça teatral cujo o titulo A MORTE SE ENCONTRA COM O EMPRESÁRIO.




Para finalizar o delicioso almoço para todos os presentes.




Algodão doce não pode faltar feito pela voluntária Marcia

Que o Senhor Jesus abençoe.