sexta-feira, 30 de outubro de 2026

 Um dia para chorar pelos mortos?

Entenda a origem do Dia dos Finados e saiba como superar a dor da perda de alguém que se foi



Um dia exclusivamente voltado para recordar, visitar e presentear com flores e velas os túmulos dos parentes e amigos que já se foram. Esse é o clima do Dia de Finados, instituído pela Igreja Católica em 2 de novembro. Para muitos, lembrar dos que morreram se torna uma barreira a mais para seguir em frente.

Inicialmente, o Dia dos Mortos era celebrado em 1º de novembro e o costume era fazer uma reza somente pelas almas daqueles que praticaram o bem enquanto estavam vivos. No ano de 998 d.C., o abade Odilon determinou na França que se passasse a rezar por todos os falecidos, conhecidos ou desconhecidos. Mas só após quatro séculos a data para celebrar a memória de todos os mortos foi homologada para o dia 2 de novembro pela Igreja Católica, em Roma. No Brasil, a celebração chegou com os portugueses.
Como os mortos são tratados em outras culturas
A maneira de encarar o luto varia de povo para povo, levando em conta a religião predominante no país. No Japão, onde o budismo chinês tem forte influência na sociedade, o dia é alegre, pois eles os japoneses acreditam que nessa data os parentes mortos retornam às suas casas. Lanternas são instaladas nas portas das casas para sinalizar ao espírito do morto para onde ele deve ir.
No judaísmo, é costume que as pessoas reservem sete dias imediatamente posteriores à morte do parente. Essa tradição é conhecida como shivá. Durante uma semana, os enlutados recebem amigos e parentes para confortá-los e ajudá-los com os cuidados da casa, como limpeza e refeições. Nesse período, o enlutado deve fazer um pequeno rasgo em sua roupa para demonstrar o luto e calçar apenas meias dentro de casa. O luto não deve durar mais do que uma semana.
No México, o Dia de los Muertos, ou Dia dos Mortos, é uma tradição tão enraizada na cultura mexicana que foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco. O feriado dura três dias e a data relembra os costumes das antigas civilizações pré-colombianas, com destaque para a asteca, que dedicava uma grande cerimônia a seus mortos para ajudá-los a chegar ao destino final de todas as almas. A data pouco se assemelha ao Dia de Finados de origem católica. São preparados grandes banquetes ao gosto do falecido, pois os mexicanos acreditam que os mortos vêm visitá-los nesse dia.
É preciso seguir em frente
Um dia em respeito à memória de pessoas falecidas não parece uma má ideia. Porém, qual pode ser o resultado de trazer à tona tantas lembranças e recordações de momentos com alguém que não voltará mais?Por mais difícil que pareça transpor o período de luto, é preciso continuar a vida e seguir em frente. Caso contrário, a pessoa acaba tendo problemas. Foi o que aconteceu com a auxiliar administrativo Graciele Marques Lima, de 27 anos.

Há dois anos, ela perdeu seu pai, o motorista Fábio Pereira, e caiu em depressão. “Nós éramos muito conectados, eu brincava que era o filho que ele não teve, assistíamos a partidas de futebol e íamos a corridas de carro. Ele também era meu confidente para tudo”, relembra ela, que presenciou o sofrimento do pai ao ter uma parada cardiorrespiratória no quintal da casa onde moravam. “Já no hospital, o médico disse que poderia reanimar seu coração, mas, como ele teve morte cerebral, viveria em estado vegetativo. Eu estava disposta a fazer tudo, cuidaria dele até o fim da vida se fosse preciso, mas minha mãe foi racional e mandou desligar os aparelhos”, conta ela. “Quando ele morreu, perdi meu chão, entrei em desespero, estávamos fazendo planos de viajar juntos. Comecei a temer e achar que o que aconteceu com ele aconteceria comigo. Eu ia parar no hospital a toda hora, pois achava que estava passando mal”, recorda.
A presidente da Associação Brasileira de Assistência e Desenvolvimento Social (Abads), Maria Rosas, também enfrentou uma situação semelhante. Há dez anos ela perdeu o marido, o pastor Gilsimar Rosas, vítima de um infarto fulminante. Apesar da dor, Maria explica a importância de olhar para frente. “Se passar por coitado ou demonstrar que está sofrendo não vai ajudar em nada, a sociedade cobra da gente essa demonstração de sofrimento, mas chorar e se lamentar não expressam amor, e sim dor”.Ela conta que naquela época vivia um casamento de 18 anos pleno e feliz, mas foi preciso encerrar essa história de amor. “Tínhamos um ótimo relacionamento, éramos muito companheiros. No seu último dia de vida, ele pediu para jantar carne-seca com abóbora e eu preparei tudo. Jamais poderia imaginar que era sua última refeição, mas fico feliz que consegui realizá-la.” Naquela madrugada, o marido chamou por ela e quando Maria olhou para o lado em que ele estava na cama o viu sem vida.

Mesmo com toda a tristeza, ela sabia que precisava superar o luto, cuidar de si e do filho, que na época tinha 11 anos, e de todas as pessoas que dependiam de seu trabalho. “Muitas coisas passam pela nossa cabeça, você perde o controle da situação, dá aquele sentimento de perda. Você sente porque não vai mais ver, conversar ou estar próximo daquela pessoa. Não consigo descrever, é algo muito forte. Só existe um sentimento mais forte do que a morte, o amor de Deus por nós. E foi através da fé e desse amor que consegui superar.”
Para Graciele, não foi assim tão fácil entender que a vida deveria seguir sem a presença de seu amado pai. “Eu nunca havia perdido alguém tão próximo antes e a perda dele foi muito impactante. Tive problemas no trabalho e isso até atrapalhou meu casamento. Entendi que eu precisava de ajuda”, confessa ela. A força veio de esposas de pastores que a orientaram a como lidar com a morte. “Uma delas me disse que eu deveria ter atitudes de uma mulher forte, que eu deveria recomeçar e entender que ele se foi e que eu não poderia fazer mais nada”, conta.
Com o tempo, ela foi entendendo a lição. Hoje, passados dois anos do ocorrido, afirma que conseguiu transformar a tristeza em memória. “Sinto saudades, mas não é como antes. Sinto que superei e a dor deu lugar à recordação dos bons momentos que passamos juntos”, relata.
Essa visão também é compartilhada por Maria. “Quando depositamos toda nossa confiança em outra pessoa, o nosso mundo acaba quando ela se vai, mas quando depositamos em Deus, Ele nos dá força para olhar para o futuro e voltar a fazer planos. Você sai daquele mundo só seu, você não fica preso ao mundo da outra pessoa que partiu e encontra forças para seguir em frente, porque a vida continua e tem muito a nos oferecer”, ressalta ela, que afirma que a melhor saída é deixar a saudade no passado. “Com o tempo, ela perde a força e se transforma em boas lembranças. Meu marido acrescentou muito à minha vida e hoje posso orientar outras moças sobre um casamento feliz, posso falar com propriedade sobre cumplicidade e companheirismo. Fui colocando em prática tudo aquilo que ele me ensinou. Ele passou o cajado para mim”, diz ela. Hoje Maria aproveita sua experiência de ter criado um filho adolescente sozinha para orientar mães solteiras no Projeto T-Amar* em São Paulo.
Inevitavelmente, a dor vai existir, cabe a você saber o que fazer com ela. Transformá-la em combustível para ajudar outras pessoas a enfrentar suas dificuldades, como fez Maria, ou achar um caminho para entender a morte e superá-la, como fez Graciele, são boas opções. A sua vida não acaba com a do outro. Deus tem planos que você nem imagina. E Ele pode ser sua força para seguir em frente e realiza-los. Você é o personagem principal e o autor de sua história e precisa escrevê-la da melhor maneira possível até o fim.






domingo, 1 de fevereiro de 2026

Amor e sexo com robôs isso é possível

  Amor e sexo com robôs. Isso é possível?







Amor e sexo com robôs. Isso é possível?
Defensores da prática afirmam que se relacionar com androides é consequência natural do convívio. Saiba mais


publicado em 03/01/2017 às 00:30.

Por Débora Picelli / Foto: Thinkstock

 

Recentemente, a Universidade Goldsmiths, em Londres, capital inglesa, sediou a segunda edição da conferência “Amor e Sexo com Robôs”, após o Governo da Malásia – sede original – ter proibido o evento. O país asiático tem uma orientação mais conservadora, o que levou à suspensão.

Durante a conferência, defensores afirmaram que ter relações sexuais com robôs humanizados é consequência natural do convívio. "Hoje nós já temos robôs que fazem companhia às pessoas, e um que funcione como parceiro é uma continuação lógica de uma tendência. Nos próximos 10 anos, é perfeitamente possível tecnologicamente criar um robô programado para ser o que as pessoas querem em um deles", disse o cientista David Levy.

Segundo Levy, há uma vasta lista de vantagens para ter um relacionamento com um robô: eles podem ser pacientes, amáveis, amorosos, interessantes, verdadeiros, perseverantes, respeitosos. E não para por aí, o cientista ainda diz que os androides podem ser agradáveis, não se queixam das situações e têm senso de humor. Além disso, estão longe de ser ciumentos, orgulhosos, arrogantes e egoístas. Ou seja, um parceiro “perfeito” e programável.

A Bíblia diz:

“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” Gênesis 2.24

O casamento foi criado por Deus. É uma instituição entre duas pessoas, homem e mulher, que, quando se casam, formam uma nova e única unidade com os mesmos objetivos, perspectivas, esforços e consideração. Ao contrário do tipo de relação mecânica que sugere o cientista.

No relacionamento é preciso saber ouvir para encontrar o momento certo de falar e expressar qualquer tipo de insatisfação. Se manter o diálogo com um robô pode ser difícil, por ser monótono e programado, que dirá manter relação sexual.

Em postagem no seu blog oficial, o apresentador do Programa "The Love School – A Escola do Amor", Renato Cardoso, explicou que o ato conjugal, conforme idealizado por Deus, é o ápice do conhecimento mútuo entre o casal. “É o encontro e a troca de corpos, almas e espíritos. É a entrega total de um para o outro, com o intuito primordial de colocar o prazer da outra pessoa em primeiro lugar.”

Segundo o apresentador, a banalização do sexo trouxe uma conotação de algo que você pode ter com qualquer pessoa (e até robô, conforme a conferência). “Não é preciso compromisso. Casar? É opcional. Não é preciso nem saber o nome da outra pessoa, que dirá conhecê-la.”

Se você enfrenta problemas em sua vida sentimental ou precisa blindar o seu relacionamento, participe da Terapia do Amor, uma reunião que acontece todas as quintas-feiras, no Templo de Salomão, na região central da capital paulista. Ou clique aqui e encontre uma igreja mais próxima de você para participar.


Milhares de Bíblias são ofertadas pelos membros da UNIVERSAL para os jovens internos da Fundação CASA de São Paulo.




Milhares de Bíblias são ofertadas pelos membros da UNIVERSAL para os jovens internos da Fundação CASA de São Paulo.


0s obreiros(as) e membros da UNIVERSAL,reconhecendo que os maiores problemas dos jovens internos da Fundação Casa (antiga FEBEM) é espiritual fizeram doações de milhares de Bíblias para todos os internos e famílias da Fundação Casa de São Paulo. O objetivo principal é proporcionar meios para que o adolescente receba formação espiritual necessária para que haja mudanças em seu comportamento, acarretando assim, uma transformação em suas vidas e bom exercício da cidadania .












































"Procuramos conscientizar os jovens e famílias que a verdadeira direção para nossa vida vem da Palavra de Deus quando guardamos no nosso coração e usamos com toda a nossa fé inteligente disse Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Geral de Evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo. Agradecemos a todos os obreiros e membros pela atitude de fé de doar estas milhares de Bíblias.







"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos".
Salmos 119,10

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

João do pulo fundação casa

 


UNIVERSAL sempre está presente na Fundação CASA.



Foi neste ultimo domingo dia proporcionado pela UNIVERSAL foi realizado uma grande festa, logo à tarde os voluntários chegam a Fundação Casa, cheio de muita fé para levar uma palavra de transformação para todos os jovens internos desta instituição.








Contanto com a presença do Cantor Junior Reis e com a participação das Cantoras Andréia e Caroline, cantaram lindos louvores para adorar e louvar o Senhor Jesus, o cantor Junior Reis também relata o seu testemunho quando estava na criminalidade e como teve o seu encontro com Deus e hoje é liberto, e vive uma vida com Deus. 




No clima de muita alegria a cantora Andréia e a cantora Caroline fazem um dueto para glorificar o nome do Senhor Jesus,




em seguida foi apresentado pelo grupo de Teatro UNIVERSAL na Fundação Casa uma peça (A morte se encontra com o empresario) que conta a historia de um empresário que só pensava em trabalho, mas quando se deparou com a morte, muda completamente os seus conceitos, dando seqüência o voluntário Noel da uma palavra de fé conscientizando a cada jovem que o problema deles é extremamente espiritual,







dando seqüência o voluntário Noel leva uma palavra de fé conscientizando a cada jovem que o problema deles é extremamente espiritual,





depois os voluntários fazem a oração da fé para que os jovens tivessem uma libertação, na seqüência levam os presentes a entregar a suas vidas para o Senhor Jesus. 





Houve competição do jogo de futebol Fundação Casa contra o time da UNIVERSAL.









Para finalizar foram distribuídos muitos bolos e refrigerantes e sorvetes.






Que o Senhor Jesus abençoe a todos.