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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Ela estava desesperada para ser amada

Ela estava desesperada para ser amada

Mulher é brutalmente assassinada por homem que conheceu em site de encontros






A busca incessante de uma mulher pelo “grande amor” terminou em tragédia em Merseyside, nordeste da Inglaterra. Sharon Winters (foto), de 39 anos, conheceu Kevin Hawke, de 33, em um site de relacionamentos. Antes de completarem duas semanas após o 1º encontro, ele a assassinou brutalmente a facadas.
O assassinato aconteceu em julho de 2014, mas somente agora o irmão da vítima, Stephen Robinson, de 44 anos, decidiu falar com a imprensa, a fim de alertar as mulheres a serem cuidadosas em relações violentas e ao buscarem um “amor” em sites de encontros. “Ela tinha um coração solitário, que só queria um amor. Aquele animal (o assassino) caçava pessoas bondosas iguais a ela”, desabafou.
O “romance”
“Um dia, quando estávamos fazendo compras, eu percebi que Sharon estava com um brilho nos olhos, e então ela me disse que havia conhecido alguém online”, detalhou o irmão.
Sharon contou a ele que sentiu sua autoestima se elevar, por ter finalmente encontrado alguém.
“Ela me mostrou as mensagens entre eles e eu fiquei indignado. Eles falavam coisas obscenas e já haviam enviado fotos de partes íntimas. Eu reprovei e implorei que os dois se encontrassem somente em lugares públicos.”
Kevin não tinha residência física e viu o encontro amoroso como uma oportunidade de conquistar um lar. Depois do primeiro encontro, ele se mudou para a casa de Sharon e começou a exercer total controle sobre ela.
O crime
Stephen também contou detalhes de como a irmã sofreu mais de 90 ferimentos depois de ter sido atacada no fígado, baço, pulmão, coração e outros órgãos. O ataque selvagem teria começado após uma discussão entre o casal sobre o que assistir na televisão. O assassino havia bebido 30 copos de cerveja e uma garrafa de vodca ao longo do dia.
“Tudo o que ela queria era encontrar sua alma gêmea”
Stephen já havia implorado para a irmã terminar o relacionamento ao saber sobre o comportamento agressivo do namorado. Porém Sharon respondeu que estava “apenas desesperada para ser amada” e parou de falar com o irmão. Três dias depois, a polícia encontrou o corpo dela em seu próprio apartamento, em Liverpool. Stephen ficou sabendo da notícia ao ver a foto da irmã em um site de notícias local.
Sharon sofria de depressão e sentia dificuldades de aprendizagem. “Minha irmã sofreu bullying na infância e se sentia como alguém indigno de ser amado, sem valor algum.” Quando ela conheceu Kevin, um chefe de cozinha, ela acreditou que seria uma chance para o amor.
“Sharon era a mais educada e amorosa irmã. Tudo o que ela queria era encontrar a sua alma gêmea”, acrescentou o irmão.
Kevin foi condenado a 17 anos e meio de prisão após confessar ser o assassino de Sharon.
Outras “Sharons”
Quantas mulheres se identificam com essa história? Talvez não tenham decidido morar com alguém em apenas duas semanas, mas agem com ansiedade, sem se importarem em conhecer, verdadeiramente, seus parceiros.
São outras “Sharons” que estão “desesperadas para ser amadas”, a qualquer preço, sendo da maneira que for. Não pensam no futuro, mas são motivadas pela emoção, pelo que assistem em filmes, para finalmente entrar no “time dos comprometidos”.
E se um romance lhe custasse a própria vida? Será que esse é realmente o preço que você deseja pagar?



A UNIVERSAL leva a cura dos vícios na Fundação CASA

Nos últimos tempos em todo o universo, tem acontecido coisas espantosas como catástrofes naturais, guerras,doenças,fome e principalmente o avanço das drogas no meio da sociedade.
Quando nos falamos sobre drogas,  nos ficamos mais revoltados contra as forças do mal, pois é ele que é o responsável por qualquer tipo de vícios. Uma pessoa viciada, ela só pode se livrar desta maldição, com a fé sobrenatural. Ela pode até ficar em uma clínica fazendo terapia, tomando remédios mais meus amigos tudo temporário, este temporário pode durar até mais de dez anos em qualquer momento em uma emoção forte ela vai com certeza usar a maldita droga.
Meus amigos não tem outra saída se não se libertar deste espírito do vício através da fé no Senhor Jesus.



Foi o que aconteceu em um sábado a tarde em uma  unidade da Fundação CASA de São Paulo, voluntários da UNIVERSAL junto com o pastor Geraldo Vilhena,realizaram palestras e orações de libertação para curar os jovens internos da Fundação CASA do vício das drogas.





Esteve presente Amauri ex-traficante que se libertou em uma  corrente de fé na sexta-feira na UNIVERSAL, agora é palestrante e ajuda os jovens internos da Fundação CASA.

Um outro palestrante chamado Robson de Freitas, ex-usuário e ladrão de carro e motos também liberto em uma das reuniões da UNIVERSAL, ajuda os jovens internos com a sua história passada do crime e como foi a sua saída 


No final foi servido a todos refrigerantes, doces e sorvetes para todos.



A UNIVERSAL agradece a assessoria de imprensa  da Fundação CASA e Diretores da unidade vila Maria Paulista,  junto com os funcionários e abençoa a todos em nome do Senhor Jesus 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Quando o amor vira crime

Quando o amor vira crime

Mulheres são maltratadas e até mortas no Paquistão quando não se unem ao homem que suas famílias escolheram



As tradições de um povo são algo que merece ser preservado. Porém, será que isso também se aplica quando abusos aos direitos humanos são praticados em nome desses antigos costumes? É um dos casos mostrados recentemente pela British Broadcasting Corporation (BBC) sobre mulheres doPaquistão punidas com rigor de lei pelo crime de... se apaixonarem.
Uma mulher que resolve namorar ou se casar com o homem de quem gosta, mas sem a aprovação da família, pode ser agredida pela família – ou morta, como já aconteceu inúmeras vezes. Casais são separados cruelmente, e muitas vezes as autoridades fazem vista grossa.
No Paquistão, país de tradição muçulmana, a mulher é vista como uma propriedade da família até o momento em que se casa. Os novos “donos” são o marido e seus familiares. Além disso, qualquer “desobediência” é vista como desonra pelo novo clã, o que pode ser punido até com morte. É o que muitos chamam de “crimes de honra”, infelizmente bastante comuns – só em 2014, mais de mil mulheres foram mortas nesse tipo de prática. Uma das vítimas, grávida, foi apedrejada até morrer. E quem apedrejou foi sua própria família, que havia escolhido outro pretendente e não aceitou que a jovem se casasse com o homem que amava. Fica pior: a execução aconteceu em meio a transeuntes, policiais e em frente a um tribunal. Como o caso ganhou repercussão internacional, as autoridades locais acharam por bem punir o pai, o irmão e o pretendente escolhido com a morte.
Porém, muitos outros casos parecidos ficam sem punição, pois os autores dos crimes são protegidos pelas antigas leis tribais machistas – muitos acreditam que a “honra” da família pode ser restituída se a mulher que causou a desonra for morta.
Poucos casais enfrentam as antigas tradições. Prisões para “adúlteras” são realidade. O grande problema é que, muitas vezes, a acusação de “adúltera” é feita a mulheres que fugiram de suas casas por causa de maus tratos ou ameaça à sua segurança por parte dos maridos e familiares dele – ou mesmo as expulsas por eles. Às vezes, são jogadas para fora de seus lares pela simples desconfiança por parte do cônjuge.
A diferença
No meio cristão, é difícil entender a prática paquistanesa por um simples motivo: embora asubmissão ao cônjuge como descrita na Bíblia seja recomendada e tenha bons frutos, as mulheres são vistas como seres humanos com livre arbítrio. É permitido – e defendido – que uma mulher se case com o homem que ama (e a respeita, claro), constituindo com ele uma família segundo os preceitos de Deus.
Nesse caso, a união é a livre manifestação da vontade de um casal se unir. É claro que muitos fatores devem ser analisados antes de se unir ao pretendente, sem deixar que a simples emoção daquele momento da vida influencie na decisão.
Todo casal é uma nova família que começa. E todos sabemos a diferença de uma que se inicia com Deus no comando, ao invés de velhas tradições que tratem um ser humano como gado. Esse é só mais um dos motivos que nos fazem pensar no valor que devemos dar à liberdade (com responsabilidade) proporcionada pela crença em Deus por meio do Senhor Jesus.







Evangelização e batismo na Fundação Casa SPVoluntários da IURD levam palavra de fé aos internos SÃO PAULO – O trabalho de evangelização realizado pela IURD nas unidades da Fundação Casa SP (antiga Febem) tem se intensificado nos últimos anos. Semanalmente, voluntários da IURD levam uma palavra de fé aos internos, procurando mostrar a importância de buscar a Deus. Muitos têm demonstrado arrependimento de seus erros, que como conseqüência lhes trouxe a privação da liberdade. Segundo o coordenador do trabalho no Estado de São Paulo, pastor Geraldo Vilhena, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor. Prova disso foi o que aconteceu recentemente na Unidade de Franco da Rocha, região da Grande São Paulo, quando um menor se batizou nas águas. Na oportunidade, os internos, além dos familiares, foram presenteados com um exemplar da Bíblia Sagrada. Para o diretor do complexo, Flávio de Giácomo, atitudes como essa apenas reiteram a importância do trabalho promovido pela IURD. "A presença da Igreja, não só hoje, mas no dia-a-dia, é essencial para estabelecer um futuro melhor a todos, especialmente colaborando com o nosso trabalho, que não é fácil. É um grande prazer tê-los aqui e saber que sempre podemos contar com os pastores e voluntários da IURD", destacou